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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Os Melhores de Orlando 2009



O jornal Orlando Sentinel divulgou a lista dos melhores de 2009. Os melhores restaurantes (divididos em categorias), hotéis, entretenimentos, bares, cervejas, sobremesas, lanches, bandas, praias, etc.

A seleção é muito boa. Ótima para orientar turistas e moradores sobre o que tem de melhor na cidade sem se perder em tantas opções. Confira a listagem neste link.




















quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Restaurantes em Orlando



Hoje eu estava dando uma olhada na revista MyCityEats & Entertainment. Orlando tem restaurantes o suficiente para se comer as 3 refeições diárias o ano todo sem repetir o lugar. Alíás, talvez sem repetir a vida toda, já que restaurantes novos tomam lugares dos antigos..

São Paulo (capital) tem uma grande variedade de restaurantes e cozinhas internacionais, mas Orlando ganha na variedade e quantidade. Tem realmente de tudo. Todos os gostos, preços e nacionalidades.













É relativamente caro "comer fora" aqui. Não dá para gastar menos de 40 dólares em uma refeição simples (casal). É muito fácil chegar a 100 dólares em um restaurante "mais ou menos" com o prato principal, bebidas, sobremesa e gorjeta. Imaginem os restaurantes chiques..

Pra gente que não tem dinheiro (que é o nosso caso), o jeito é se contentar com as fotos da revista, ai, ai..

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Thanksgiving



Amanhã, quinta-feira, é comemorado aqui nos Estados Unidos e Canadá o Thanksgiving, o Dia de Ação de Graças. Este feriado não faz muito sentido aos brasileiros que moram aqui, pois não faz parte da nossa cultura. Mas mesmo assim a gente comemora, já que adoramos festas.. Falou em festa ou comemoração brasileiro tá dentro, não importa o motivo..

O Thanksgiving reúne as famílias em um jantar com peru assado, frutas e outras comidas especiais (mais ou menos como a ceia de Natal). É a época em que muitas pessoas viajam para se reunir. Entre o Thanksgiving e o Ano Novo é chamado Holiday Season (época dos feriados).

Eu, que sou brasileira, e o Franky, alemão, comemoramos mais um dia como todos os outros. E por que não agradecermos diariamente tudo o que temos feito de bom? Um brinde à alegria de viver!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Trabalhar nos Estados Unidos


Quando eu vim para os Estados Unidos não sabia o que iria acontecer. Planejei a minha viagem para no máximo 1 mês. Eu tinha uns 900 dólares em dinheiro comigo. Só isso. Tinha cartão de crédito também em caso de alguma emergência. Isso foi no início de 2005. Meu visto de 10 anos estava para vencer, então aproveitei a oportunidade. A última vez em que eu estive aqui foi em Nova Iorque.

O único contato que eu tinha era o Tammer, que eu encontrei no Orkut. Nem conhecia o pessoalmente ainda. Reservei hotel para 3 dias, juntamente com as passagens de ida e volta, um dos pacotes da TAM.

O hotel ficava bem na International Drive, o melhor lugar para se "começar" aqui em Orlando. É bem localizado, tem a maior concentração de restaurantes, lojas, hotéis da cidade, transporte fácil e tudo mais.

International Drive

Logo no mesmo dia, pela euforia de "ver como iria ser" ou mesmo "sobreviver da melhor forma", andei pela I-Drive (International Drive) e fui logo ver como seria se eu fosse pedir emprego nos lugares. Eu já tinha todo o mapa do local, já sabia de quase tudo pelas pesquisas anteriores pela internet. Eu sabia até a sequência das lojas e restaurantes em cada rua. Sabia do I-Ride, o bondinho verde que circula por toda a avenida com várias paradas "estratégicas".

I-Ride, o bondinho verde

Eu não sabia que a frase mágica era "Now Hiring" (o Abrakadabra do emprego). Nunca me ensinaram em nenhum cursinho de inglês no Brasil. Não sabia. Isso teria facilitado muita a minha vida se eu soubesse, mas tudo bem. Aconteceu que eu passei por alguns lugares, sem falar quase nada de inglês perguntando por emprego. Eles me davam sempre um formulário para preencher (com várias coisas que eu não entendia direito e nem tinha os dados como endereço, lugares em que eu trabalhei antes, estas coisas..). Na maior calma eu ia "analisando" a situação.

Por sorte, no dia seguinte, eu passei em uma steak house (mais ou menos como uma churrascaria, mas um pouco diferente) que eu queria trabalhar, não sabia inglês direito e tudo mais. O dono, um indiano, perguntou se eu quisesse, poderia começar agora mesmo. Eu nem estava preparada (roupa inadequada e tudo mais). Mas aceitei.

Neste restaurante eu trabalhei 3 meses. Eu fazia de tudo um pouco (ou tentava fazer, hehe). Desde preparar salada, pasta Alfredo (macarrão com molho branco), mini-pizza.. Até peixe Mahi-Mahi eu fazia. Aprendi tudo. E até que me saí bem. Eu ficava na parte de preparar os pratos "que não são tão importantes", os que acompanham a carne ou o prato principal. Aprendi a diferença entre ranch dressing e caesar dressing (molhos de salada com base de maionese). Tinha até uma salada que eu preparava e fui até elogiada por isso, chamada Cobb Salad. Eu ganhava 8 dólares a hora.

Cobb Salad, com vários ingredientes em cima da salada.

O dono do restaurante ficou sabendo que eu entendia um pouco de computação e queria que eu mudasse para a parte de controle de estoques. Eu iria ganhar quase o dobro, mas achei muita responsabilidade. Nem inglês eu sabia direito (tinha acabado de aprender que lettuce era alface e zucchini era abobrinha) teria que fazer toda a compra por telefone com os fornecedores. E também eu teria que conferir o estoque, que significa entrar no freezer (câmara frigorífica ou sei lá o que), quase congelar e contar cada produto e ver o que estava faltando.. Eu pulei fora, não era pra mim não..

Nesta época eu já tinha dividido um apartamento com o Tammer (o amigo do Orkut) e mais 2 russos. Os russos também não falavam inglês direito. A comunicação era uma maravilha.. O Tammer era professor de inglês em Fortaleza, ele se virava bem.. Depois fomos morar em um excelente apartamento no Lake Buena Vista (bairro nobre), o Discovery Palms, com outros brasileiros.

O Lake Buena Vista é um bairro meio afastado. Após a saída do steak house, eu decidi tentar trabalhar no Subway (fast food de sanduíches, tem no Brasil também) porque era bem atravessando a rua de onde eu estava morando. Eu acho que dei sorte. Meu inglês era ainda bem ruinzinho, mas mesmo assim consegui o emprego. Eu acho que era porque todos os empregados desta loja, incluindo o gerente (de uns vinte e poucos anos), tinham tatuagens e piercings. E nesta época eu tinha um piercing na boca (tirei recentemente após 6 anos de uso) e tatuagem visível. Talvez não seja isso, não sei..

O mais difícil foi memorizar os ingredientes que vão em cada sanduíche.

Fiquei 2 meses no Subway. Eu fazia de tudo um pouco (como todos os outros empregados). Preparava os ingredientes dos subs, colocava nos potes, etiquetava, atendia no balcão, preparava os subs, trabalhava no caixa. Foi uma experiência e tanto. É mais ou menos como trabalhar no Mc Donalds, imagino eu. Mas eles pagam pouco, menos de 7 dólares a hora. Eu trabalhava meio período no Subway e meio período em uma padaria brasileira (aconteceu de eu consegui os 2 empregos na mesma época, a idéia era manter os 2 e depois escolher 1 deles).

No restaurante brasileiro eu fiz coisas que eu nunca tinha feito no Brasil. Aprendi a fritar ovos, ajudava a preparar arroz, feijão, enrolava coxinha, lavava panelas grandes e "gordurentas". Não gostei muito, apesar da comida ser ótima (eu comia todos os dias lá, de graça). Mas eu estava engordando também. Comia no Subway e no restaurante brasileiro. Ia virar um balão, isso sim..

Bom, preocupada com o "efeito balão" resolvi abandonar os 2 empregos e ir para o caminho saudável (que aliás era o plano todo o tempo, mas não havia tido a oportunidade da mudança ainda). Fui então trabalhar em um restaurante japonês chamado Sushiology por 2 anos. Lá eu aprendi inglês melhor, comia todos os dias decentemente, quase todos os dias sushi, arroz integral, peixes, etc. Comer saudavelmente todos os dias aqui nos Estados Unidos é a coisa mais difícil que tem.. Um dia eu faço um post somente sobre este restaurante onde eu trabalhei.

Eu atendia no caixa e atendia o telefone (pedidos de delivery)


Em uma época em que eu estava no Sushiology fui trabalhar meio período em uma pizzaria brasileira também porque eu estava empolgada em juntar um dinheiro.

Após estas aventuras eu já estava com o Franky (que trabalhava também nesta área de restaurantes). Decidimos que a gente queria trabalhar juntos de alguma forma. Foi então que começamos a trabalhar nesta pizzaria brasileira por um tempo, atendendo mesas, telefones, pedidos de delivery. A gente fez até uma época delivery, entregando pizzas nas casas. A gente tinha um GPS, era tranquilo, vivia de lá pra cá com pizzas no carro, foi engraçado.

E enfim começamos o grande desafio de trabalhar em nossas verdadeiras áreas ligadas a design (eu) e computação (Franky). Começamos a fazer websites no final de 2007. E assim sobrevivemos até hoje, fazendo sites para clientes daqui de Orlando (maioria brasileiros) e online (clientes virtuais). Fizemos entre eles os sites do Sushiology (na época em que eu trabalhava lá eu já tinha refeito o logo, cardápio e cartazes) e HiPizza (também fiz o logo, sugeri a mudança do nome, menu, folheto, etc). Alguns destes sites que fizemos estão neste link: http://www.clapweb.com/web/

Detalhe do site que fizemos para o Sushiology

Um dos materiais gráficos que eu fiz pro Sushiology

Agora que estamos nos preparando para a grande mudança para o Havaí não estamos mais trabalhando. Só organizando a bagunça e pensando como vamos sobreviver por lá. Talvez continuamos com websites, talvez não, quem sabe?

domingo, 15 de novembro de 2009

Burger King $1



Como resistir à tentação de um Double Cheeseburger por apenas $1?




Este parece maior mas não é. Tem apenas 1 hambúrguer ao invés de 2, do Double Cheeseburger!

O Burger King está com esta promoção irresistível para combater o Dollar Menu do Mc Donalds.

De vez em quando uma passadinha básica nos fast foods é inevitável. Para balancear a concorrência a gente vai no Mc Donalds de vez em quando para tomar um Sundae de chocolate também.


Não tem sorvete melhor do que do Mc Donalds!

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Discovery Cove - Orlando FL



O Discovery Cove é o parque mais caro de Orlando. Faz parte do Sea World, parque temático bem conhecido daqui.

A entrada inclui um dia inteiro no parque com almoço e todas as bebidas inclusas (inclusive as alcoólicas), roupas de mergulho e snorkel. Você pode mergulhar e nadar com os golfinhos!






Os golfinhos são bem inteligentes e obedecem aos instrutores.

Eu dei sorte, logo no começo, no meu primeiro ano em Orlando, eu tinha uns roommates que trabalhavam lá, então fui de graça! O preço para residentes aqui de Orlando é 289 dólares com direito a nadar com os golfinhos. Eles dão desconto sem os golfinhos.

É caro, mas compensa! Tomamos várias cervejas, mas não exageramos também, porque para mergulhar depois não ia dar certo.. Eu nunca tinha usado snorkel, é estranho, você respira parecendo que vai morrer, ahah..

Os golfinhos têm uma textura emborrachada, plástico, não parece de verdade. Eles chegam perto, são ensinados, parecem felizes ao receberem tanta visita de turistas.


O Rodrigo (do lado direito), trabalhava de salva-vidas de lá, na época.

 
A Camila, que morava comigo também.

O almoço tem várias opções, é tipo um buffet. Eu escolhi as opções com frutos do mar e outras coisas boas. Os americanos no geral comem hamburguer com batatas fritas! Com tanta coisa diferente e eles comem o mesmo de todos os dias.. vai entender..

O Discovery Cove parece um resort, tem até praia artificial com cadeiras de praia. É bem bonito, com várias piscinas e atrações aquáticas. A água é tão azul que parece até que eles colocam alguma coisa pra ficar azul (acho que colocam porque eu vi umas manchas azuis nas pedras das piscinas).





quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Camarão com Ovo



Ontem experimentamos o sanduíche de camarão com ovo do Ikea (loja de departamentos - móveis e decoração).

É a combinação mais estranha que eu já vi aqui nos Estados Unidos. Não é nada americano, tem influência européia (de onde o Ikea tem origem).

É super estranho comer camarão gelado como eles servem. Dá impressão até que está cru. Não é ruim, mas também não é a melhor coisa do mundo. E vem sem tempero, sem sal. É servido exatamente como na foto. Tomate, alface, maionese e uma rodelinha de limão.

Apesar da super promoção eu não vi ninguém comendo fora a gente.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Hot Dog nos EUA



Curiosidade: se todos os cachorros quentes consumidos pelos americanos em 1 ano fossem enfileirados, poderia ser feita uma "ponte" que daria duas vezes a distância da Terra até a Lua.

Os cachorros quentes dos EUA são bem simples e "sem gosto". É só pão puro, daqueles de supermercado, salsicha, catchup e mostarda. Sem molho nenhum. O pão fica seco e sem graça.

No Brasil tem com carne, frango, molho de tomate misturado com vários ingredientes. Batata palha, ervilha, milho, linguiça, purê de batata, calabresa, maionese, cebola, e assim por diante..

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

As asinhas americanas



No Brasil eu não me lembro de ter comido asinhas de frango fritas ou assadas em restaurantes ou bares. Temos o frango à passarinho ou o medalhão de frango. Nem na Alemanha, segundo o Franky.

Nos EUA o aperitivo mais popular são estas chicken wings ou buffalo wings. São servidas em dúzias, geralmente, com opção de serem apimentadas, molho teriyaki, molho de churrasco ou simplesmente sem nada. São acompanhadas por talos de salsão.

Nossas wings preferidas são as do Buffalo Wild Wings, com molho de alho com queijo parmesão.  E cerveja, claro.